Você sabia que há uma discussão acerca da potencial discriminação algorítmica por idade das Inteligências Artificiais? Sim, também lidamos com o etarismo existente em algumas aplicações tecnológicas.
Muitas vezes, os algoritmos acabam por reproduzir situações que vivenciamos na nossa realidade presencial, pois afinal, as programações são efetuadas por seres humanos, e estes, muitas vezes não serão imparciais, carregando consigo seus preconceitos e valores. E se um algoritmo acabar funcionando de modo discriminatório, algumas questões serão reproduzidas e amplificadas no meio digital, acarretando impactos negativos na vida dos envolvidos e da sociedade como um todo.
Nossa sócia fundadora Gisele Truzzi contribuiu para esse debate no projeto de Lei do Senado Federal, que visa regulamentar as Inteligências Artificiais no Brasil.
Sua participação se deu através do grupo “Mulheres na Privacidade”, que apresentou vários textos de várias profissionais especializadas em Privacidade e Proteção de Dados.
Confira o artigo redigido às págs. 17-20 do arquivo abaixo, clicando no botão a seguir:
